A arte zen de cozinhar arroz.

A Júlia sabe que me divirto quando deixo a panela ficar bem quente, misturo o arroz com o azeite, jogo água e faz aquele shhhhhhi… A água borbulha e começa o cozimento. O arroz está pronto para ser metamorfoseado. Em breve, o grão duro e branco será um delicioso prato quentinho e básico para alimentar o corpo e confortar a alma.

Não gosto de arroz seco e soltinho. Desligo o fogão no ponto do risoto.

Geralmente tenho opções na despensa: parboilizado, normal, japonês, italiano, etc. (Aliás, arroz parboilizado tem até uma seção na Wikipedia. Não é genial?)

Apesar do meu marido ser um excelente cozinheiro e ter olhos bem puxados, eu sou a Chefe do Departamento do Arroz. Por isso, segundo meu amigo Carlos Castelo, sou a Primeira Dama do Arroz.

Cada vez preparo o arroz de um jeito diferente, seja nas medidas, no tempo, nos temperos ou no tipo de panela. Mais ou menos como aquela frase zen: Um rio nunca é o mesmo rio de alguns segundos atrás.

O arroz e o riso também não.

Panelas

Panelas do meu amigo Carlos Castelo, que também cozinha para o filho  João (6 anos).

 

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