O Natal da cuca de uva.

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O Papai Noel chegou cedo: pontualmente às 14h. O lado bom foi a presença de parentes que não podiam vir para a ceia.

Na entrega dos presentes, comemos cuca de uva e bebemos prosseco.

Cuca de uva é um clássico na minha família, faz eu voltar para a minha infância como se fosse uma máquina no tempo.  Minha mãe trouxe as uvas de Curitiba, porque são um tipo nem sempre fácil de achar (não lembro o nome) e só tem até final de janeiro. 

Para fazer uma cuca, leva-se mais de 4 horas, contando o tempo de preparo, de crescimento da massa e de forno. Tenho a impressão que é um doce que corre o risco de extinção nesse mundo apressado… 

Para a ceia, o pai da Júlia fez carré de boi assado e porcheta (barriga de porco enrolada, temperada e assada, até ficar pururuca). Como acompanhamentos, tivemos arroz e salada de batatas com maionese caseira. 

Pela primeira vez, a Júlia experimentou (sem ninguém oferecer) a salada de batatas e adorou!! Achei isso legal demais e considero essa iniciativa espontânea como consequência da educação alimentar que oferecemos para ela desde bebê.

Não teve peru porque, de verdade, aqui em casa ninguém gosta de peru. Preferimos mil vezes um frango assado ou qualquer outra carne.

Comemos feito deuses, com fartura e simplicidade. E obviamente que a sobremesa foi… cuca de uva!!

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